CP-16 - CINEMA PRODUCTS

A CP-16 (câmera de cinema 16 mm) E A CHEGADA DO EQUIPAMENTO DE VÍDEO PORTÁTIL - (eu estava lá!)

Em 1977 pela primeira na Tv Globo em São Paulo, se ouviu o termo em inglês "ENG" - ELECTRONIC NEWS GATHERING, significava o uso de equipamentos leves e portáteis para gravações externas na obtenção de notícias (reunião de notícias em campo). Para esta operação se usavam câmeras cinematográficas portáteis (geralmente no formato 16mm): os repórteres cinematográficos enviavam para as emissoras de TV os filmes, para lá serem rapidamente revelados, montados e levados ao ar. Nessa época o termo aplicado a esta operação era "NG" (News Gathering > obtenção de notícias). Com a invenção do videotape, inicialmente a situação ainda não mudaria durante alguns anos, devido à não portabilidade desses equipamentos. No entanto a situação mudaria em definitivo com a criação do videotape portátil, onde o deck de gravação reduzido (VTR), podia ser carregado a tiracolo, com a câmera conectada ao mesmo através de um cabo multiplo. Essas primeiras unidades de videotape portátil começaram a substituir o uso das câmeras cinematográficas e o fato do vídeo (meio eletrônico) estar substituindo o meio fotográfico de captura levou ao termo "Electronic" de ENG. Mais tarde a transição se completou com o lançamento das câmeras "camcorders", que uniam câmera e gravador em um único equipamento. A captura de notícias através de películas desapareceria completamente na década de 1980.

coqueluche das câmeras de cinema 16 mm usadas pela Central de Jornalismo da Globo (década de 70 e 80) - ela tinha som direto na película (filme) através de uma banda magnética, entrada para 2 microfones com plug XLR, não tinha nada automático na captura da imagem, a luz era medida com fotômetro LUNASIX ou SEKONIC, o filme utilizado era P&B e colorido, na revelação era reversível (ou seja, a imagem aparecia normal, sem estar negativada), era um show trabalhar com ela! (ESTE MODELO DE CÂMERA DA FOTO NÃO POSSUI ÁUDIO, É UMA CÂMERA MUDA, APENAS PARA CAPTAR IMAGENS)




Escrito por pfportugues às 15h58
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Fotos que contam uma história....

 Uma edição de fotos que contam uma parte da história da TV GLOBO SP., as equipes, os repórteres, os cinegrafistas, técnicos, motoristas e os equipamentos da época (1975, 76, 77, 78, 80, 81, 82......). Uma série de fotos que contam uma história. Créditos da edição: dvd dos 50 anos do CAMACHO!



Escrito por pfportugues às 23h50
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A despedida da Praça Marechal Deodoro

Em 1998 funcionários de vários departamentos da TV GLOBO de São Paulo na Praça Marechal Deodoro, 340/356 se despedem do local, onde por quase 30 anos trabalharam! Créditos do vídeo: dvd de 50 anos do auxiliar técnico CAMACHO. Agradecemos sua colaboração!



Escrito por pfportugues às 23h41
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A EQUIPE TÉCNICA DO ENG

foto acervo de WESLEY MENEGARI

Basicamente uma equipe de ENG era formada por um cinegrafista (que operava a câmera) e pelo auxiliar técnico, responsável por carregar o gravador de vídeo tape - VT. No VT era conectado o cabo MULTIPLO da câmera, o microfone para o repórter e o fone de ouvido. Para a época, década de 70 e 80, um equipamento moderno e portátil para gravações externas. No início destas equipes, mais um auxiliar técnico foi acrescentado para cuidar da iluminação. Na TV GLOBO este equipamento foi denominado UPJ - UNIDADE PORTÁTIL DO JORNALISMO. (Rabbit)



Escrito por pfportugues às 16h07
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CÂMERAS DE CINEMA NA TV GLOBO SP.

 

Na foto 1, câmera CP-16 sem a lente. Na foto 2, câmera paillard-bolex


AS CÂMERAS DE CINEMA (16 mm) CP-16 E PAILLARD-BOLEX FAZIAM PARTE DO ALMOXARIFADO TÉCNICO DA TV GLOBO DE SÃO PAULO, ATÉ MAIS DA METADE DA DÉCADA DE 1970, ESTES DOIS MODELOS DE CÂMERA FORAM UTILIZADOS PELA CENTRAL GLOBO DE JORNALISMO NA CAPTURA DAS IMAGENS. A CÂMERA PAILLARD-BOLEX RECEBIA UM CARRETEL COM 100 PÉS DE FILME (3 MINUTOS DE TEMPO) E FUNCIONAVA ATRAVÉS DE UMA CORDA INTERNA ONDE ERA DADA ATRAVÉS DE UMA MANIVELA. NA PARTE ÓTICA, A CÂMERA POSSUÍA TRÊS TORRES DE LENTES, JÁ ALGUNS MODELOS TINHAM APENAS UMA LENTE INTERCAMBIÁVEL COM VARIADAS DISTÂNCIAS FOCAIS. QUANDO FUI AUXILIAR DE CINEGRAFISTA NA TV GLOBO, TRABALHEI COM OS DOIS TIPOS DE CÂMERA. - (RABBIT)



Escrito por pfportugues às 15h49
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A FITA DE GRAVAÇÃO U-MATIC

Estojo da fita no formato u-matic (3/4") e as capas da fitas na duração de tempo de 30 minutos para uso em gravador portátil e de 60 minutos para uso em gravador de mesa ou da ilha de edição! Em 1977 era a última palavra em tecnologia na Tv Globo de São Paulo.

A Inauguração do Jornalismo Eletrônico na Tv Globo de São Paulo

No ano de 1970, a japonesa Sony inventou o U-Matic, formato que trazia a fita já em cassete com uma bitola de ¾ de polegada, utilizando a gravação helicoidal, lançado comercialmente em 1974. A televisão, com este sistema ganhava praticidade. O U-Matic veio agilizar as gravações externas, principalmente as reportagens, onde eram utilizadas as câmeras com filmes 16 mm. Após a captação da imagem os filmes deveriam ser ainda revelados e depois montados. O U-MATIC trazia consigo um desenvolvimento moderno de edição eletrônica e inaugurava uma nova fase na Central Globo de Jornalismo, denominado de "jornalismo eletrônico". O SISTEMA DE GRAVAÇÃO U-MATIC CHEGOU NA TV GLOBO DE SÃO PAULO EM 1977, QUANDO WOILE GUIMARÃES ASSUMIA A DIREÇÃO DO JORNALISMO. O termo ENG (Eletronic News Gathering) passou a ser utilizado desde então pela emissora, que traduzido significava: - "reunião de notícias em campo" - (Rabbit)



Escrito por pfportugues às 15h18
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VERANEIO OU C-14 E C-10

 

foto acervo de Wesley Menegari

Falar da Tv Globo na década de 1970, 80 e 90 e não citar os veículos utilizados pela emissora paulista, "a Veraneio da Chevrolet, ou C-14 e C-10", seria um grande erro. Na época a Veraneio era o único carro de grande porte nas ruas de São Paulo e fez história. A Tv Globo utilizava este veículo para deslocar suas equipes de jornalismo. - Era muito bom andar de Veraneio da Globo! (Rabbit)

Veraneios usadas na década de 70 e 80 pela Polícia Militar - Tático Móvel e Rota - As equipes de jornalismo da Tv Globo também utilizavam Veraneios



Escrito por pfportugues às 09h15
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"O USO DA MOVIOLA NA TV GLOBO DE SÃO PAULO"

 

O USO DA MOVIOLA PARA EDIÇÃO DE TELEJORNAIS FOI MUITO UTILIZADO PELA TV GLOBO DO INÍCIO DA DÉCADA DE 70 ATÉ O FINAL DOS ANOS 90. ERAM MOVIOLAS DE 16mm DE SEIS E DOIS PRATOS COM CABEÇA DE ÁUDIO MAGNÉTICA, UMA VEZ QUE OS FILMES TINHAM UMA BANDA MAGNÉTICA ONDE ERAM GRAVADOS AS VOZES E O SOM AMBIENTE DAS CÂMERAS CP16, CITADAS NESTE BLOG. TIVE O PRIVILÉGIO DE SER UM DESSES MONTADORES DE FILMES, NA ÉPOCA TINHA APROXIMADAMENTE 19 ANOS DE IDADE E TIVE COMO PROFESSORES OS "FERAS": PAULO ZACCA, MAURINHO, JOSICELI, OLYMPIO GYUZIO, TODOS MONTADORES DE FILME VETERANOS.

ALÉM DOS TELEJORNAIS DA CASA (MATÉRIAS PARA O JORNAL HOJE, BOM DIA SP., JORNAL NACIONAL, JORNAL DA GLOBO) O GLOBO REPÓRTER ERA TODO FEITO EM PELÍCULA 16mm. NÃO CONSEGUÍ FOTOS DA MOVIOLA DE 16mm, ALÉM DA GLOBO SÓMENTE A TV CULTURA TINHA UM DEPARTAMENTO DE MONTAGEM DE FILMES DENTRO DA EMISSORA.

(depoimento Rabbit - montador de filmes)



Escrito por pfportugues às 17h24
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"MOVIOLA, UM POUCO DE HISTÓRIA"

MOVIOLA é o nome dado um equipamento de edição cinematográfica constituído de visores, cabeças leitoras de som e outros acessórios. Serve para montar filmes em celulóide. Na moviola a película se desenrola verticalmente, e o correto é chamar-mos a "movi" de uma mesa de montagem”.

Toda moviola é uma mesa de montagem, em 1917, Iwan Serrurier, engenheiro elétrico holandês radicado nos Estados Unidos criou uma máquina que projetava filmes em casa. Pediu aos cinco filhos um nome para dar ao aparelho recém-inventado. Dos pelo menos 20 nomes sugeridos, “moviola” pareceu-lhe o melhor, superior até que “vitrola”, denominação dos antigos toca discos.

Seis anos após a invenção, Serrurier havia feito 15 máquinas. Para seu desânimo, encalhe geral. Ninguém parecia se interessar naquilo. Ou, então, a razão do fracasso de venda era outra. Custavam caro. US$600 (o equivalente a US$20.000, atualmente). Entre 1923 e 24, apenas três foram vendidas.

Tudo mudou quando Serrurier conheceu um editor que trabalhava com Douglas Fairbanks. O novo conhecido lhe mostrou como se editavam os filmes até então. Os dois vislumbraram uma nova utilidade à moviola: ferramenta de edição.

Em um fim de semana de 1924, Serrurier fez adaptações no seu projetor caseiro: surgia, assim, a primeira mesa de montagem. O sucesso foi imediato. Não só os estúdios de Fairbanks, como Universal Studios, Warner Brothers, Charles Chaplin Studios, Buster Keaton Productions, Mary Pickford, Mack Sennet e Metro – Goldwyn - Mayer compraram as moviolas.

Entretanto, o advento do cinema sonoro – a partir de 1927, com O Cantor de Jazz -ajudou na retomada da moviola, que passava a contar com duas cabeças, uma para a imagem e a outra para o som. Afinal, como “perceber” os diálogos através da lente de aumento? A Moviola Co, empresa de Serrurier, ampliou seu leque: Movietone, para som óptico; Vitaphones, que gravavam discos; visores para 16 mm, 35 mm, 65 mm e 70 mm; projetores, sincronizadores, entre outros. A invenção do imigrante se disseminou mundo afora, no cinema e nas emissoras de televisão, que a utilizavam para editar o material de seus telejornais.

 

Fonte de consulta: cineasta Márcio Melges – site: http://www.revistamoviola.com/2007/09/27/o-homem-com-a-moviola/

 

 PRATOS DA MOVIOLA - FOTOS FERNANDO SECCO

 

 ENGRENAGENS DE UMA MOVIOLA DE 35mm

 

 MESA DE EDIÇÃO (MOVIOLA) DE 35 mm

 



Escrito por pfportugues às 11h58
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No início dos anos 70, a Central Globo de Jornalismo sai na frente das outras emissoras e compra várias câmeras de filme (16 mm) para uso em reportagens externas. A câmera era a CP-16 da empresa americana Cinema Products, considerada na época top de linha. Os equipamentos de vídeo portátil quase não existiam e os que estavam no mercado eram muito pesados e consumiam muita energia. A Globo de São Paulo tinha uma equipe de "vídeo portátil" chamada de VR-3000 que utilizava fitas de vídeo de 2 polegadas através de um "vt portátil", que a cada 5 minutos de gravação pedia nova bateria. Neste cenário a CP-16 preenchia com larga vantagem o vácuo existente da falta de equipamentos portáteis para uso em gravações externas. Talvez por isto os câmeras desta época foram chamados de repórteres cinematográficos, uma vez que o cinema sustentava todo o trabalho destes "cinegrafistas".

A CP-16, coqueluche da época, tinha um chassi que comportava 400 pés de filme, aproximadamente 10 minutos de gravação ininterruptos, gravava com som direto na película através de uma banda magnética. Tinha uma lente francesa chamada "Angenieux". A vantagem da Tv Globo de São Paulo sobre as outras emissoras era ter o seu próprio laboratório de revelação de filmes, o que agilizava a edição das matérias. 

A câmera CP-16 era compacta e facilitava o trabalho do repórter e do cinegrafista nas reportagens! 

VR-3000

Quem é antigo de Tv Globo de São Paulo, se lembra da perua Veraneio da Chevrolet, ano 1974, pintada na cor "azul celeste" e toda quadriculada com o logotipo antigo da REDE GLOBO. Este veículo transportava a equipe de profissionais da equipe VR-3000. Eu me lembro de dois operadores de câmera na época que se chamavam JORGE CAPETA (falecido) e SENADOR. (Rabbit)

Na foto o equipamento de vídeo portátil da AMPEX com carretel de fita de 2 polegadas.

Na foto a mala que acondicionava o equipamento VR-3000, observe as teclas de play, rec, pause, stop do video-tape. Senão me engano a pesada bateria era essa parte branca que aparece em primeiro plano.

AURICON

Eu não poderia fechar este bloco sobre equipamentos sem comentar da câmera de cinema "Auricon", elas foram aos poucos sendo substituídas com a chegada das novatas CP-16. Quando entrei na Tv Globo em 1974, restavam apenas duas câmeras desta marca, apelidadas carinhosamente pelos cinegrafistas de "Bruxa", a maior, mais pesada e antiga câmera e de "Baby", a menor e mais leve das câmeras.

AURICON 16 mm - na foto sómente a câmera, pois acompanhava ela a "cangalha", acessório utilizado para o cinegrafista apoiá-la no ombro, a bateria (pesada e grande), e o equipamento de áudio para captar o som "Ótico".



Escrito por pfportugues às 19h46
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Falecimento - Morre Luiz Eduardo Borgerth, 74
21/06/2007, 15h57


Morreu na manhã desta quinta-feira, 21/06/07, em São Paulo, Luiz Eduardo Borgerth, aos 74 anos, de complicações decorrentes de uma cirurgia cardíaca. Figura conhecida da radiodifusão brasileira, foi diretor da Globo e consultor das redes Bandeirantes e SBT. Também ocupou a vice-presidência da Abert e a presidência da Associação Internacional de Radiodifusão. Borgerth é autor de "Quem e Como Fizemos a TV Globo", livro em que narra a fase de construção da maior rede de TV do país. O sepultamento será no cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro. Da Redação - TELA VIVA News

"Borgerth foi diretor na Tv Globo de São Paulo na década de 70 e sua sala ficava em um prédio da Av. Angélica onde também funcionava o RH da emissora." (Rabbit)

 Capa do livro de Borgerth

 



Escrito por pfportugues às 01h16
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FOTO: PRAÇA MARECHAL DEODORO NA ALTURA DA AV. ANGÉLICA, E O ELEVADO COSTA E SILVA - MINHOCÃO

 

"PRÉDIO DA ANTIGA SEDE DA TV GLOBO DE SÃO PAULO"

Eram dois prédios, em um deles, o principal havia o auditório e no outro prédio estava abrigado a CENTRAL GLOBO DE JORNALISMO (C.G.J.), e antes da Globo, o que o prédio principal abrigava? Leia o relato de uma testemunha daquela época:

"O cinema que ficava na Praça. Mal. Deodoro, chamava-se MIAMI. Ele estava na av. São João, a poucos quarteirões da av. Angélica. Tinha as melhores e mais espaçosas cadeiras de todos os cinemas da Capital e nelas cabiam "confortavelmente" um casal de namorados. Foi sómente por isso que, certa vez, reuni coragem e me submeti à uma sessão da película "Dio Come Ti Amo", filme do qual só me recordo o áudio, principalmente a música-tema. Na saída, não podia faltar o sorvete de casquinha na CASA UÍSQUE, ali mesmo na praça. Um programa de resultado infalível. Tempos depois, no prédio e adjacências veio a se instalar a TV Globo, que tentaculizou o cine MIAMI e o transformou em seu auditório, onde foram levados o programa do Homem do Baú - SILVIO SANTOS, entre outras pérolas. As cadeiras-sofás foram as primeiras a serem sacrificadas na reforma. E com elas namoros inesquecíveis..."

Fonte: 09/12/2005 por Enéas M. Ferreira - site: http://www.saopaulominhacidade.com.br/list.asp?ID=85 



Escrito por pfportugues às 21h19
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BLOG SAUDOSISTA ?

Não !! O caminho que pretendo trilhar neste blog é o de relembrar fatos, fotos, nomes de pessoas e histórias da Tv Globo nas décadas de 60, 70, 80 e final da década de 90, na sua antiga sede da Praça Marechal Deodoro em São Paulo ! A jornalista e atriz MARÍLIA GABRIELA relembra histórias importantes e engraçadas do programa TV MULHER ! (Rabbit)

Em 1980, Marília Gabriela trocou a reportagem e a apresentação de telejornais da Globo pelo comando do feminino TV Mulher, que marcou época e a levou até para a capa do jornal The New York Times

Marília Gabriela

por Diógenes Campanha

 
“Não sou uma mulher de lembranças”, adverte Marília Gabriela ao ser perguntada sobre a época do TV Mulher. Mas bastam alguns minutos de conversa para que ela revele boas histórias sobre o programa feminino que comandou na Globo de 1980 a 1984. Uma delas era a presença constante de seus filhos, Christiano e Theodoro, nos bastidores da atração. “Pode-se dizer que eles usaram realmente a tevê como babá eletrônica. Eu os levava todos os dias comigo ao estúdio”, diz Gabi, ciente de que isso influenciou os rapazes a seguir a carreira artística – Christiano virou apresentador e Theodoro, ator. Outra lembrança da jornalista remete ao dia em que a bancada do programa caiu ao vivo, levando ao chão seu companheiro de apresentação, Ney Gonçalves Dias. “Isso é inesquecível. Meu filho está rindo aqui do lado só de me ouvir contar. Essa cena chegou a ser pirateada e dublada com outro áudio”, conta. “Os bastidores do programa eram muito divertidos.” Diversão à parte, o TV Mulher fez história na tevê brasileira ao dedicar 3 horas e meia à questão feminina, com temas que iam da culinária ao “Comportamento Sexual”, nome do quadro comandado por Marta Suplicy na atração. “A Marta e eu até saímos na capa do The New York Times. Nós ilustrávamos uma matéria sobre o programa, que não tinha similar em nenhum lugar do mundo”, lembra Gabi, que atualmente está no ar vivendo outra experiência inédita: interpretar a personagem Guilhermina, em Senhora do Destino. “É muito bom brincar de ser outras pessoas e, nesse processo, descobrir a si mesmo.” A abordagem do público, segundo ela, mudou pouco. “Antes as pessoas gritavam ‘Gabi!’ e agora gritam ‘Guilhermina!’”, diz. 

"Quando entrei na Tv Globo de São Paulo (1974) a MARÍLIA GABRIELA era repórter do programa FANTÁSTICO juntamente com os repórteres JOÃO LEITE NETO e HÉRCULES BRESEGHELO (também pilôto de avião)." (Rabbit) 

 



Escrito por pfportugues às 18h26
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"O QUE EU ME LEMBRO DA TV GLOBO NA PRAÇA MARECHAL DEODORO"

A produtora Bernadete Holveri que trabalhou na Tv Globo a partir de 1976, traz à recordação nomes de pessoas e lugares importantes da Globo Na época, obrigado Bernadete !!

Eis seu relato de 29/04/2005


"Eu estou aqui juntando pedaços de memória para te ajudar.
Eu só acho que esse jantar poderia também abranger outros setores.
Eu trabalhei na Praça Marechal Deodoro a partir de 1976.
Na época, muitas coisas funcionavam na
Pça Marechal Deodoro:
Cenografia
Figurino
Produção Programa Silvio Santos

Produção do Programa Moacir TV - Direção: Antonino Seabra , assistentes de produção eram o José Dantas e o Manaus.
Produção do Programa 8 ou 800 (Walter George Durst, Tulio de Lemos, Jayme Camargo (ainda vivo) eram os redatores do programa. Esse programa lançou Clodovil e ainda teve a participação da Eudóxia de Barros. A Produção era do Renato Correa e Castro. Eu era assistente de produção junto com o Jesse James, (ex-cinegrafista da extinta TV Tupi e em 1999 diretor de jornalismo da Rede Record)
Programa Praça da Alegria – Direção do Mario Lucio Vaz (acredita?). O Carlos Alberto Nóbrega era quem ficava no banco. A gravação era no Rio. Eu fui assistente de produção enquanto o diretor era o Carlos Alberto Lofler.
Departamento de Divulgação e Redação do jornal impresso dos funcionários, o “Aldeão” – Eduardo Della Coleta.
Também funcionava a geração do programa “Você Decide”.

Na Av. Angélica,160  funcionavam várias repartições:
Sr. Harold Bruce Evelyn
Carlito Maia
Zé Lemes
Osvaldo Tomazetti
Departamento Pessoal
Recursos Humanos

Na Av. Angélica, logo no início da Avenida em uma casa branca, (não me lembro o número) funcionava:
Departamento Médico (Dr. Wilson Maluf e Dr. Clímaco)
Assistência Social - Dora
e mais tarde, nesse endereço ficavam:
Renatão (Renato Correia e Castro, que era assessor do Boni), secretariado pelo Paulinho
Produção “Você Decide” – praças (Lucimara Parisi)e programas (Gerente de Produção: Alexandre Hanszmann – hoje ele mora em Curitiba e é produtor de cinema)
Produção “Retrato de Mulher” (com Regina Duarte – direção de Del Rangel) – eu era coordenadora e a Gerência de produção era do Alexandre Hanszmann
Produção “Caminhão do Faustão” – Lucimara Parisi

Na Alameda Gabriel Monteiro da Silva (antiga sede da produtora GW Comunicação - do Woile Guimarães e Gonzalez) funcionavam:
Produção “Fantástico” (antes era na Pça Marechal Deodoro)- Eu me lembro do Paulinho Dalla Porta (hoje TV Verdes Mares, Fortaleza, CE) e do Fulvio Abramo Junior (não sei mais dele)
Produção “Globo Repórter” – Lembro-me da Leonice Freitas, ex-mulher do Celso Freitas, que era produtora, e finalmente o Globo Rural."

Bernadete Sobreiro Holveri

 - O JANTAR QUE A BERNADETE CITA NO INÍCIO DE SEU RELATO, É O "JANTAR DE CONFRATERNIZAÇÃO" QUE PRETENDEMOS ORGANIZAR, POR ENQUANTO É SÓ UM PROJETO, MAS, QUEM SABE NÃO SE TORNA REALIDADE !!

VOCÊ TAMBÉM PODE COLABORAR COM ESTE BLOG, CONTE SEU RELATO ENVIANDO UM E-MAIL PARA:

<jantar_tvglobo@hotmail.com>

Roald Amúndsen


 



Escrito por pfportugues às 08h36
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"A Rede Globo de Televisão inaugurou na manhã desta quinta-feira (26/04/07), em São Paulo, o edifício Jornalista Roberto Marinho. O prédio integrará 17 áreas e vai abrigar o departamento comercial da emissora, um auditório de convenções, e um estúdio panorâmico. Também foi inaugurada a Rua Evandro Carlos de Andrade, onde fica a nova portaria da emissora. O nome da rua é uma homenagem ao ex-diretor de jornalismo da empresa." - O BLOG TV GLOBO ANOS DOURADOS PARABENIZA A REDE GLOBO PELO CRESCIMENTO PARA OS LADOS DO BAIRRO DO BROOKLIN NA CIDADE DE SÃO PAULO, MAS NÃO DEIXA DE LEMBRAR DA GLOBO QUANDO ESTAVA INSTALADA NOS BAIRROS DE SANTA CECÍLIA, BARRA FUNDA E AV. PAULISTA !! ERA SEM DÚVIDA OUTROS TEMPOS, A GLOBO EM SUA NOVA SEDE ESTÁ MAIS DISTANTE DAS PESSOAS...NUM BAIRRO TAMBÉM DISTANTE...E CERCADA DE AVENIDAS, MUITOS CARROS E PRÉDIOS NOVOS...AH !!! QUE SAUDADES DA GLOBO MARECHAL !!!

 



Escrito por pfportugues às 07h39
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